Um Ano Sem Fumar...
Power Total
Sexta, 27 de Fevereiro de 2009 - 17:56:17

O tempo passa rápido e a gente nem se dá conta. Parece que foi outro dia que eu parei

Luís Lemos
Até as plantas agradecem por não poluir mais o ar, pelo menos com o cigarro não

de fumar, mas na verdade já se passou um ano. Eu que achava que ia ser bem difícil, me surpreendi como nem sinto falta, é como se nunca tivesse fumado na vida. Depois que eu parei nunca mais nem senti vontade de colocar um cigarro na boca.

Eu não me tornei cem por cento, geração saúde, mas desse vício me livrei. Posso ter alguma recaída, posso, mas mando todos os dias pra minha massa pensante dentro da cabeça que NÃO QUERO MAIS FUMAR DEFINITIVAMENTE!

Cada dia é uma história e foi pensando assim que deixei pra trás trezentos e sessenta e sete dias. O que ganhei de negativo desde essa empreitada foram alguns quilos a mais. Mas nem fico muito encanado com isso, já que minha saúde deve me agradecer diariamente.

Na vida a gente pode o que a gente acredita. Nada é fácil, mas se não criamos coragem pra derrubar as barreiras, aí a coisa fica complicada. Tem gente que acha que fumo escondido ou sei lá. Mas em primeiro lugar tenho que provar é pra mim mesmo da minha capacidade. Não espero reconhecimento dos outros. Agora se alguém quiser se espelhar na minha atitude vá em frente.

Como diz um programa de prevenção ao tabagismo criado pelo Ministério da Saúde, evite o primeiro cigarro e você evitará todos. Caso você seja um fumante e está tentando parar com esse vício “sozinho” e não consegue procure esse programa em algum posto de saúde de sua cidade. Se conseguir parar “sozinho” ótimo, caso contrário não tenha vergonha de procurar por aqueles que fazem questão de ajudá-lo.

Autor: Luis Lemos
Essa É Pra Galera Que Entende De Comunicação.
Trash
Quinta, 26 de Fevereiro de 2009 - 07:59:25

Pra que serve um blog? Eu fico pensando, quanto custa à ignorância? Mas deixa pra lá. É a mesma coisa que pedir pro...jardineiro pra que serve a jardinagem, pro leiteiro qual a utilidade de tirar leite, pro médico pra que cuidar da saúde da população, pro professor pra que dar aula, pro cantor pra que cantar e assim por diante.

Tem gente que adora falar de informação ou querer se mostrar informado, mas até que ponto perder tempo com notícia é informação? Vou repetir uma coisa já dita aqui, informação é uma coisa, notícia é outra. Eu, particularmente prefiro informação.

Vários são os blogs que eu leio diariamente, muitos de amigos meus jornalistas, outros de veículos de comunicação respeitadíssimos. Coisa fina mesmo pra quem gosta de ler coisa interessante.

Mário Sérgio Lemos
Eu mesmo prefio olhar pro alto e ver bem mais adiante

Eu ainda me surpreendo com algumas pessoas, mas o fato é que eu estou acostumado a conversar com comunicólogos também. Eu quando não conheço um determinado assunto não tenho vergonha de perguntar sobre o assunto, mas existe pergunta e pergunta.

Quer saber de uma coisa cada um que se informe do jeito que quiser. Eu não pego na mão de ninguém e carrego pra nenhum lugar. Cada um vai por conta própria. Ano que vem quero ir é pro encontro de blogueiros do mundo inteiro que tem todo ano e que discutem sobre as tecnologias de mais esse meio de comunicação.

Pra explicar sobre blog eu precisaria no mínimo de alguns dias, na comunicação muitas coisas se parecem, mas para saber das suas diferenças é preciso um pouco mais. Pra se ter noção, como você sabe que o que você lê serve pra limpar a bunda ou ativar seus neurônios? É bom começar a fazer essas perguntas diariamente. Ou de repente você vai se ver como uma estátua ou uma vaca de presépio. Eu prefiro pensar, atitude minha! Agora caso você queira ser um estagnado de plantão o problema é seu.

Autor: Luis Lemos
Lá Se Foi Mais Um Costa Folia!
Executivos das Letras
Quarta, 25 de Fevereiro de 2009 - 09:36:59

 

Tudo terminou bem. Acabou mais um carnaval de Costa Rica. Essa foi sua sexta edição.

Mário Sérgio Lemos
A questão do lixo deve ser uma importante preocupação dos organizadores do carnaval

Dos males o menor, pelo menos ninguém despencou do camarote, os assaltantes não atacaram os foliões e nem acabaram com a festa. Quase tudo sob controle.

Foi uma festa com algumas inovações. Outros hábitos foram mantidos. Nem a chuva diminuiu a vontade das pessoas de estarem presentes nas ruas durante os cinco dias de festa. Aliás, a chuva que dessa vez caiu mesmo.

Os blocos até que andam se comportando bem, tirando uma pequena rivalidade que ainda insiste em ficar acesa entre alguns componentes dos blocos. Mas sem grandes agressividades. Gente de fora, gente da cidade. O carnaval vai ganhando força cada ano que passa.

A cidade estagna em um aspecto, mas em outro gira a economia, são os tais pontos positivos e negativos de um evento desse porte. Aos visitantes da cidade que se comportem civilizadamente sempre e aos moradores que tenham consciência que nós somos os primeiros a dar exemplo. Se nós não nos comportamos de forma civilizada como podemos cobrar dos outros alguma coisa?

Muito lixo foi produzido nesses dias de folia. Aí eu me pergunto pra onde vai esse lixo? Ele é destinado adequadamente ou é entulhado nas redondezas da cidade? O rio Sucuriú é um dos mais sofridos com todas essas consequências. Parece que a cada ano ele fica ainda mais poluído.

Aos organizadores uma ressalva, é preciso rever o quesito da segurança. A estrutura dos camarotes é confiável? Existe um controle do número de pessoas que ocupam o espaço dos camarotes? Temos que prevenir, antes que aconteça algo irreversível. Não precisamos passar por certas fatalidades para daí pensarmos o que devemos fazer.

Até o próximo carnaval...

Autor: Luis Lemos
Clique aqui para ler mais sobre este usuário! arlene prado - Sábado, 04 de Abril de 2009 - 10:18:13
:: concordo!!! ::
As muita gente aí de nossa cidade não sabe da riqueza que temos em mãos! o rio sucuriu hà 20 anos atras , era totalmente diferente do de hoje...
Era muito lindo....ninguem se atrevia a tomar um banho ou muito menos a atravessar a nado..........hoje.... da ate pra tomar um bronze nas pedras......pra onde foi nossa agua?
será que as pessoas estão tendo conscienciado que estão fazendo? a nossa sorte é que ainda tiveram algumas pessoas que tomaram frente estão tentando salvar ... destacando -o como um ponto turistico.....o que sera desse rio daqui a 20 anos? ..........MAS TUDO ISSO É FALTA DE INFORMAÇÃO......acho que deveria ter uma punição a essas pessoas que fosse vista acambando com nossa cidade...
Carnaval Também É Arte.
Óculos Escuros
Segunda, 23 de Fevereiro de 2009 - 11:57:02

 

Luís Lemos
Sobreviver é uma forma de arte

Muitos falam mal. Alguns atacam aos palavrões o dinheiro investido em festas, fantasias e em tudo relacionado a essa que é uma das maiores festas populares. Festa popular é festa pro povo, se o povo gosta e acha que é necessário carnavalizar o país nessa data, quem somos nós pra falarmos alguma coisa? Também esse dinheiro que se gasta nessa época de todo jeito se gastará. Se o contribuinte põe a mão no bolso e não reclama, vamos viver por muito tempo vendo nosso dinheiro indo pelo ralo sem sequer nos darmos conta que nós somos os patrocinadores oficiais dessa festa.

Tem o lado bom. Se a arte tem o poder de transformar o ser humano e modificar uma realidade, então ela é válida. Vamos olhar artísticamente o carnaval. Certo dia, ouvi um fotógrafo produto criado pela ficção falar que uma pessoa nunca sai de uma exposição fotográfica dele do mesmo jeito que entrou. Juntos com o carnaval podemos contar e construir mais um episódio da história da humanidade.

A arte do brasileiro em esquecer dos sofrimentos diários nas datas festivas não deixa de ser um artesanato natural pra seguirmos em frente de cabeça erguida. Bola pra frente e que a arte realizada no carnaval consiga nos mostrar que precisamos muito da ficção e da abstração pra continuarmos nossa árdua luta em busca de coisas que nem sempre vamos conquistar. Mas os sonhos servem pra isso. E tornar um sonho uma realidade é um feito mágico e possível. Isso pra quem torna um sonho uma realidade. E se não for real que a arte continue nos abrilhantando com o imaginário.

Autor: Luis Lemos
Qual Será A Sua Fantasia Nesse Carnaval?
Bizarrice
Domingo, 22 de Fevereiro de 2009 - 08:53:58

Todo ano aquele mesmo lema, que fantasia usar no carnaval. Pode ser de Zorro, Homem

Luís Lemos
O comum no carnaval de Costa Rica é o abadá

Aranha, Palhaço, Incrível Huck ou aquela que você quiser que seja. Sempre gostei de usar revistas, jornais como fantasias. Improviso geral. Criatividade também é importante nessa etapa.

Hoje os carnavais estão perdendo essa característica. Aliás, atualmente o que se vê são pessoas nuas, seminuas. Digamos que o carnaval de hoje está um pouco mais promíscuo que o habitual. Tudo tem a lei da ação e reação.

A fantasia a que me refiro aqui nesse post é o vestuário típico da festa em si. Isso faz parte da tradição carnavalesca. Os blocos investem em seus abadás. Nada de excepcional, mas agita a juventude (em sua maioria) e até outras idades entram na folia.

O que não pode acontecer é perder a cabeça com essa história de bloco, quanto mais diversidade melhor. Todos tem espaço garantido. Lembre-se o lema dessa festa é a união entre todas as pessoas que procuram apenas diversão. Agora pense e construa sua fantasia para esse carnaval.

Autor: Luis Lemos
Mais Uma Vez Chegou O Carnaval.
Power Total
Sábado, 21 de Fevereiro de 2009 - 08:25:12

Luís Lemos
As primas dançando até no carnaval

Fevereiro é mês de festa pra muita gente. Principalmente aqueles que gostam de samba, agito e aglomeração. É apenas só mais um pretexto pra farra em geral. O Brasil é conhecido no mundo inteiro como o país do carnaval. Bundas, mulatas, pouca roupa, uma sacanagem ao quadrado. Assim que muitos lá fora veem os brasileiros nessa época do ano.

Tem lugares do nosso próprio país que comemora essa data desde o começo do ano, em outros estados um mês inteiro de festa e algumas cidades aproveitam uma semana pra se divertirem sem muitas preocupações. Uma minoria prefere comemorar de outra forma, depende do credo e da preferência de cada indivíduo.

Nossa sociedade vive em processo de mutação, não muito diferente o carnaval também vive constantemente em transformação. São mudanças que em alguns casos nem nos damos conta. A idade dos foliões pouco importa. Nessa hora o que vale é cair na folia.

As marchinhas tão comuns em outras épocas e tocadas até hoje dividem o espaço com músicas novas e hits de sucesso. Mistureba total! Normalmente são cinco dias de carnaval, mas a duração varia de acordo com o município. O importante é festar e cair na gandaia. Ao seu lado tenha sempre em mãos camisinha e muita responsabilidade. Carnaval consciente é carnaval de verdade. Caso você não goste de carnaval, espere passar tudo isso da melhor forma possível.

 

Autor: Luis Lemos
Clique aqui para ler mais sobre este usuário! clauzio barbosa carvalho - Sábado, 21 de Fevereiro de 2009 - 13:01:49
:: Curiosidade!!! ::
O carnaval chegou ao Brasil em meados do século XVII, o qual foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como a França, o carnaval acontecia em forma de desfiles urbanos, ou seja, os carnavalescos usavam máscaras e fantasias.

Embora de origem europeia, muitos personagens foram incorporados ao carnaval brasileiro como, por exemplo: Rei momo, pierrô, colombina, etc.

Os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos cortejos de automóveis (corsos) surgiram. Mas se tornaram mais populares no começo do século XX. As pessoas decoravam seus carros, se fantasiavam e em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades, dando origem assim aos carros alegóricos.

O carnaval tornou-se cada vez mais popular no século XX, e teve um crescimento considerável neste período, que ocorreu devido às marchinhas carnavalescas (músicas que faziam o carnaval mais animado).
A primeira escola de samba foi criada no dia 12 de agosto de 1928, no Rio de Janeiro, e chamava-se 'Deixa Falar'.

Anos depois, a escola mudou seu nome para Estácio de Sá. A partir deste momento o carnaval de rua começou a ganhar um novo formato. Com isso, no Rio de Janeiro e São Paulo, começaram a surgir novas escolas de samba. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, iniciam os primeiros campeonatos para constatar qual escola de samba era a mais bela e animada.

A região nordeste permaneceu com as tradições originais do carnaval de rua como, por exemplo, Recife. Já na Bahia, o carnaval de rua conta com a participação dos trios elétricos, embalados por músicas dançantes, em especial pelo axé (fonte: www.brasilescola.com)
Roubaram meu cd.
Em Off
Quinta, 19 de Fevereiro de 2009 - 09:28:49

Quantas vezes isso já aconteceu com você? O que tem de neguinho que gosta de passar os quatro dedos até em cd. Dá licença, mas roubar cd? Graças a Deus eu não preciso disso. De repente, vai da criação. Meu pai não me ensinou a ser assim. Índole é índole. Eu não ligo se alguém concorda ou discorda de mim, mas sou um cara de opinião, aliás, sou formador de opinião. Pra ver como a vida dá voltas e que cada um colhe o que planta. Então, pode chegar em mim e falar me empresta aquele cd...Eu empresto de coração. Humberto Gessinger escreveu um dia “simples de coração, simples de coração”. Tem um depoimento da Pitty no seu DVD Admirável Chip Novo que ela expande a idéia de que ser simples também é difícil. Põe difícil nessa história.

Luís Lemos
Desde o nosso nascimento temos que aprender que honestidade é uma virtude rara nos dias de hoje
Autor: Luis Lemos
Outro Dia O Papo Começou Assim...
Óculos Escuros
Terça, 17 de Fevereiro de 2009 - 16:07:57

Às vezes sou massa, às vezes sou público e de vez em quando sou produto dessa complicadíssima e enigmática indústria cultural. Como? Isso é um novo código linguístico ou é apenas mais uma novidade descartável que alguma empresa publicitária inventou? Nem totalmente isso e nem totalmente aquilo. Um pouco de cada coisa, talvez.

Luís Lemos
A indústria cultural amontoa as idéias no mesmo lugar e impede a inteligência de se expandir

Para enterdermos melhor sobre o assunto pensemos assim: massa é uma rede de pessoas interligadas na mesma onda ou vibe, essa última é pra’queles antenados com uma linguagem mais moderna e cheia de gírias.  Essas pessoas estão ligadas na mesma vibe, porém em diferentes lugares e variados momentos. Enquanto público é o número de pessoas que assistem uma mesma apresentação em um mesmo lugar ao mesmo tempo.

Então pra quê falar de indústria cultural? Parece que esse autor está meio desconexo, mas tenha paciência que tudo está muito bem emaranhado. Indústria cultural é essa nova onda cultural produzida em laboratório, digamos assim. Hoje em dia é moda falar de cultura, intelectualidade, papo cabeça, enfim tudo o que aparentemente liga a um assunto em que precisemos usar uns quatro neurônios no mínimo.

A indústria cultural cria comportamentos, dita modismos e acreditem que ela nos obriga a pensar de forma nivelada. É uma espécie de uniformização de pensamentos e atitudes, todos no mundo “pensando” da mesma forma. Pior que nada disso é visível. Outros que gostam de mostrar-se mais informado chamam tudo isso de globalização.

Mesmo sem compreender direito o que é esse mito globalização, as pessoas insistem em defender com unhas e dentes essa hipótese como fundamental para o mundo moderno e para nossa evolução. Se os países são diferentes, os povos variados e as culturas diferenciadas, pra que igualar tudo e apagarmos o diferencial de cada lugar ou nação?

Luís Lemos
Temos que ter consciência de nossa responsabilidade em informar aquilo que realmente interessa para população

O que essa indústria cultural nos propõe é uma forma de construir um ser humano único. Ele pode nascer em qualquer lugar do mundo, mas seus valores serão os mesmos que a população de qualquer outro lugar do planeta. É mais ou menos assim. Agora que você já entendeu que essa história de indústria cultural, globalização é tudo a mesma coisa, cabe a você mesmo decidir quais os prejuízos e benefícios que tudo isso pode lhe trazer. Nesse momento use seus milhares de neurônios, afinal eles também precisam se exercitarem frequentemente.

Autor: Luis Lemos
Trote E Galope,Vamos Nessa!
Down
Segunda, 16 de Fevereiro de 2009 - 07:45:46

Início do ano, as aulas começando e os trotes rolando nas universidades do país. Não

Luís Lemos
Pra que essas crianças possam ter um trote saudável é preciso discutirmos o assunto desde já

muito diferente de outros anos, ainda encontramos universitários otários que se julgam no direito de ultrapassar os limites de uma existência e receptividade sadia. São os “burrocratas”, “vândalocráticos”, psicossomáticos (doença essa muito comum) ou como você quiser chamá-los.

De forma alguma podemos nivelar todos os estudantes de nível superior. A universidade se isenta da responsabilidade, em alguns casos se vira contra os fatos ocorridos cada vez mais frequentes na relação entre veteranos e calouros.

Como podemos falar de evolução se ainda vivemos da mesma forma que os primatas? A única diferença é que achamos que andamos pra frente em tamanha velocidade, que o resto foi superado e ficou ultrapassado. Mas será que andamos tanto assim que deixamos só o rastro pra trás? Na verdade andamos sim adiante, mas não evoluímos na mesma frequência e intensidade, infelizmente.

Luís Lemos
É um crime deixar um cavalo como esse engaiolado dessa forma

Por isso que eu afirmo gosto mesmo é do trote galopante do meu alazão. Bendito Chaves. Já tive o Ponto Zero (aliás esse foi o meu parceiro mais fiel, onde quer que ele esteja ele sabe disso, eu tenho certeza), Chapolin, Campeão, Mosquito, Polo Play, Poco Gary, enfim vários e todos eles seres inesquecíveis. Quem sabe esses trotes vestibulandos não se tornem algo enriquecedor pra vida desses veteranos e calouros? Que esse dia chegue urgentemente nesses dias tão necessitados de sanidade. Posso falar uma coisa?

AI MEUS CÃES!

Autor: Luis Lemos
Pensando Na Imensidão Das Divagações.
Intelecto
Quarta, 11 de Fevereiro de 2009 - 10:15:12

Hoje é dia de refletir sobre frases ditas por nomes de peso da nossa literatura. Pare, pense e repense com muito carinho em todo conteúdo questionado hoje nesse blog.

“Em vez de ouvirem os escritores em busca de respostas sobre o que somos, as pessoas precisam ouvir às outras, porque nós, autores, não somos mais do que meros trabalhadores da palavra” (José Saramago - romancista português).

“Uma linguagem diferente é uma visão da vida diferente” (Frederico Fellini - cineasta italiano).

“Minha ambição é dizer em dez frases o que o outro qualquer diz num livro” (Friedrich Wilhelm Nietzsche - filósofo alemão).

“O silêncio é de ouro quando não se consegue pensar numa boa resposta” (Muhammad Ali - ex boxeador norte americano).

“De todas as companhias para um escritor, nenhuma é mais valiosa do que um dicionário” Victor Hugo - escritor francês).

“A totalidade da sabedoria humana não está contida em nenhuma língua, e nenhuma língua é capaz de expressar todas as formas e todos os graus da compreensão humana” (Ezra Pound - poeta e crítico americano).

Agora pense por alguns instantes e veja como esses minutos valeram mais do que você imagina.

Autor: Luis Lemos
Clique aqui para ler mais sobre este usuário! Olívia Meneghetti Carromeu - Sexta, 13 de Fevereiro de 2009 - 15:00:41
:: Sempre! ::
Não tem jeito. O Saramago é quem me chama mais a atenção! Como sempre muito sábio com suas palavras.
Clique aqui para ler mais sobre este usuário! wilker silva costa - Sexta, 13 de Fevereiro de 2009 - 10:07:53
:: Escrever pra que? Para simples compreenção das coisas. ::
Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas, continuarei escrevendo.
"Clarice Lispector"
Qual a música que embala o seu coração?
Executivos das Letras
Segunda, 09 de Fevereiro de 2009 - 09:02:12

Luís Lemos
Deixe a música entrar na sua alma e sinta o que ela possa te proporcionar

É muito comum guardarmos uma música como lembrança de uma determinada pessoa em determinada época e determinada situação. Toda vez que nossos ouvidos escutam aquela canção imediatamente nos recordamos daquela pessoa. É difícil eleger apenas uma música que acelera nossos batimentos cardíacos e nos enchem de emoção.

Eu mesmo guardo as pessoas através das músicas de que elas gostam ou que acho parecida com elas. O fato é que a música nos remete pra algum lugar do tempo e espaço em que vivemos momentos tristes ou felizes, seja no passado, presente ou futuro.

Alguns dizem que é uma maneira de estar sempre próximo de quem se gosta. Com certeza as pessoas que me conhecem lembram de mim quando escutam uma música que já cantei, dancei, festei ou simplesmente obriguei outras pessoas a escutarem junto comigo. E olha que eu gosto muito de música, se deixar sou até capaz de passar vinte quatro horas do dia com o som ligado. Se querem me deixar doido me tranquem numa casa e não deixem dentro nenhum aparelho que possa executar algum tipo de música. Isso é o suficiente pra meus neurônios entrarem em curto circuito.

Eleger uma única trilha sonora pra minha vida é uma tarefa impossível. Tenho certeza que pra vocês também. O bom mesmo é poder escolher cada dia uma trilha diferente pra eternizar um momento único. Que os músicos continuem se inspirando cada vez mais pra poder embalar os corações de muita gente. Haja música, haja lembranças e haja sentimentos tão eternos quanto os momentos em que vivemos diariamente. Viva a música!

Autor: Luis Lemos
Clique aqui para ler mais sobre este usuário! Olívia Meneghetti Carromeu - Sexta, 13 de Fevereiro de 2009 - 15:03:19
:: Sim música. ::
Nossa Luisão, eu sei bem como é o que você está falando. Posso ficar sem qualquer coisa, menos sem música. Inimaginável!!!
Clique aqui para ler mais sobre este usuário! wilker silva costa - Sexta, 13 de Fevereiro de 2009 - 10:41:26
:: Musicalidade... vitalidade... capacidade... "racionalidade" ::
Há Tempos
Legião Urbana
Composição: Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Marcelo Bonfá

Parece cocaína
Mas é só tristeza
Talvez tua cidade
Muitos temores nascem
Do cansaço e da solidão
Descompasso, desperdício
Herdeiros são agora
Da virtude que perdemos...

Há tempos tive um sonho
Não me lembro, não me lembro...

Tua tristeza é tão exata
E hoje o dia é tão bonito
Já estamos acostumados
A não termos mais nem isso...

Os sonhos vêm e os sonhos vão
E o resto é imperfeito...

Dissestes que se tua voz
Tivesse força igual
À imensa dor que sentes
Teu grito acordaria
Não só a tua casa
Mas a vizinhança inteira...

E há tempos
Nem os santos têm ao certo
A medida da maldade
E há tempos são os jovens
Que adoecem
E há tempos
O encanto está ausente
E há ferrugem nos sorrisos
Só o acaso estende os braços
A quem procura
Abrigo e proteção...

Meu amor!
Disciplina é liberdade
Compaixão é fortaleza
Ter bondade é ter coragem (Ela disse)
Lá em casa tem um poço
Mas a água é muito limpa...


Uma Imagem Vale Mais Que Muitas Palavras...
Braille
Sábado, 07 de Fevereiro de 2009 - 11:37:02
Luís Lemos
O que será que é isso?

 

Luís Lemos
Você vê alguma coisa além do que está na imagem?

 

Luís Lemos
A figura acima se parece com algo?
Autor: Luis Lemos
Mídia: Uma Faca De Dois Legumes.
Trash
Quarta, 04 de Fevereiro de 2009 - 10:18:43

Luís Lemos
Com uma simples roçadeira podemos eliminar as porcarias midiáticas que insistem em nos rodear

Aquela história de que a imprensa surgiu pra informar a população sobre coisas importantes pra vida das pessoas em geral, esqueça isso tudo a partir de agora. Uma grande descoberta e que talvez você ainda não tenha se dado conta é que essa imprensa não é tão boazinha assim e nem tão útil.

Podemos muitas vezes virar as costas pras notícias jornalisticamente incorretas sim, rasgar inúmeros pápeis que não servem pra nada a não ser embrulhar carne, limpar a bunda e servir de tapete nos carros que circulam pelas cidades dos países do mundo inteiro.

Na real, o problema geral é com os meios de comunicação que não estão nem aí pra ninguém. Não assumem responsabilidade nenhuma, emburrecem a população, empobrecem nossas almas tão necessitadas de conteúdo e ganham fortunas a nossas custas.

O pior é que ficamos estagnados diante da nossa própria necessidade de fugirmos da realidade e viver distante dos nossos reais problemas. Muitas vezes é melhor viver as intimidades de uma alta sociedade falida de intelectualidade e rica em escândalos e falta de caráter do que olharmos pras coisas que realmente nos afetam e nos interessam.

Vivemos um momento único, estamos diante dessa tal democracia (isso é melhor que

Luís Lemos
Água limpa é necessária pra refletirmos sobre o que realmente nos interessa

 alimento e produtos de higiene pessoal), censura é coisa irreal (como se não utilizassem a censura ainda pra barrar pensadores que podem sim modificar nossa realidade, pra melhor) e preferimos acreditar nesse verdadeiro oba oba que vem se tornando o nosso cotidiano.

A única coisa que eu acredito é que se a imprensa tivesse surgido com o intuito de servir a humanidade pro bem seria realmente algo fantástico. Mas não adianta maquiar nada e fingir que o mundo é maravilhoso. Então que chegue o dia em que seja censurado pessoas e situações que não nos levam a nada.

Acreditamos que o poder de uma notícia vai muito mais além do seu simples significado. O controle do noticiário é tão antigo e atual que continuaremos vendo na comunicação por muitos anos, mas para reverter esse quadro teremos que aprender a correr atrás das nossas próprias verdades.

Luís Lemos
Vamos abrir nossas cabeças e pensamentos por uma humanidade mais consciente

Pra isso, basta sabermos assistir tevê, ler revista e jornal, ouvir rádio e utilizar a internet com um poder de crítica bem apurado, só assim seremos capazes de perceber quando estamos sendo manipulados e quando estamos realmente nos informando. É bom lembrar que a leitura assídua e de vários assuntos só vem a nos acrescentar. Não devemos deixar algo como a mídia, escolher o que pensamos o que acreditamos e o que vem a ser melhor pra cada um de nós. Não deixe essa responsabilidade pra ninguém. Senso crítico é primordial!

 

Autor: Luis Lemos
Clique aqui para ler mais sobre este usuário! Joeber Gonçalves Garcia - Quinta, 12 de Fevereiro de 2009 - 08:43:45
:: Realidade ::
Realidade muito mais virtual do que real nos veículos de comunicação. Parabéns pelo texto.
Clique aqui para ler mais sobre este usuário! Carlos Barbosa - Sexta, 06 de Fevereiro de 2009 - 14:31:48
:: O melhor ::
Nossa... Arnaldo Jabour precisa ler esse texto.
Gostei demais. Por ser escrito por um jornalista chego a conclusão que nem tudo está perdido.
É Por Causa Da Bebida.
Escorpião
Terça, 03 de Fevereiro de 2009 - 13:48:07

Que eu não sei o que penso

Luí­s Lemos
Antes da cachaça, a água e o tereré são bebidas muito agradáveis

Que saio por aí quebrando tudo

Que sou um animal.

É culpa da bebida...

Que não dirijo direito

Que não amo minha família

Que sou um tranqueira.

É pelos porres que tomo...

Que eu não trabalho

Que não tenho direção

Que não sei o que posso e devo alcançar.

“É a marvada pinga que me atrapaia”...

Que falo um bando de besteiras

Que não tenho respeito por ninguém

Que não faço nada pela paz.

É pela cachaça...

Que atiro pedras nos outros

Que julgo tudo o que vejo ao meu redor

Que vivo na solidão

Que não sou eu

Que sou o que sou

Sincero, digno, honesto...

Sabe-se lá quem eu sou!

Autor: Luis Lemos
Depois De Cuiabá, Apresento Pra Vocês: Juara!
Escorpião
Segunda, 02 de Fevereiro de 2009 - 15:06:13

Lígia Carvalho
Meu primo Otávio e seu primo Neni andam na Boneca na fazenda Toca da Onça em Juara

Se eu já estava achando difícil sair de Costa Rica, passar pelo Taquari e chegar em Cuiabá, fui um pouco mais além dessa vez. Fui até Juara! Precisava conhecer a cidade, já que meus tios e primos moram por lá já faz algum tempo. Eu ainda não conhecia a cidade.

A estrada que já não era das melhores, foi ficando cada vez pior. Estrada de chão e asfalto, mas como dizem os matogrossenses o digníssimo governador Blairo Maggi está asfaltando o estado do Mato Grosso inteiro. Eu acho engraçado é uma pagação de pau pro governador, sinceramente não precisa de tanto.

Só um lembrete pra’queles que ainda não se acostumaram com a linguagem desse blog. Político não faz favor nenhum pra população, eles são eleitos é pra conseguirem melhorias pra nossas vidas, independentemente de partido ou ideologias. Não sou muito fã também do excelentíssimo governador do estado do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, mas torço pra ele se dar bem e cumprir o papel dele, é o que eu espero no mínimo.

Mas voltando ao assunto Juara. Uma cidade comum como vários municípios brasileiros. Pessoas de diversos lugares e diferentes origens. Madeira é um dos fortes da região. Também existe a pecuária e a agricultura (essa última em menor escala). Muitos córregos e rios. Enfim, um lugar comum, com pessoas comuns e com seus pontos baixos e altos, assim como todos os lugares do mundo. E até a próxima viagem!

 

Autor: Luis Lemos
Clique aqui para ler mais sobre este usuário! clauzio barbosa carvalho - Domingo, 15 de Fevereiro de 2009 - 13:21:32
:: Viagem!!! ::
Valeu pela visita.... agora que sabe o caminho volte sempre!!! Abraço extensivo a todos!!!