Um gole, num dia chuvoso ou ensolarado
Papo entre amigos, um botequim
A cada estrela que brilha no céu
As palavras escritas no papel
Certa canção que para nós se faz desse modo
Simplesmente ao lado do copo e do cinzeiro um litro de cachaça
Que bebida enfumaçada
Entre os retratos que discorri
Para sempre encherei a cara
Em comemoração a existência de um verbo chamado beber
Popularmente conhecida, um brinde a garrafa
Grande advento da tecnologia
Objeto de desejo de todo mundo, bens de consumo
Filosofia de boteco, idéia no lugar certo
Com mesas, cadeiras e se puder aumenta o som aí
Outro gole mais som rolando
E eu continuo me embriagando
Hoje é dia de tomar algumas doses
Prosear molhando a boca e sentindo o prazer
A que entregamos o nosso ser
Em plena explosão de sentimentos
Bebendo todos os pensamentos
Santa boemia, bares e seus redutos
Vida que nós mesmos escolhemos
E caminhos que nós mesmos seguimos
Tin tin, amada cachaça.
(Poesia publicada e criada especialmente para o site da poesia cachaça)

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